segunda-feira, 1 de setembro de 2014

CONFECCIONAMENTO DA PLACA

Para o confeccionamento da placa, utilizamos um processo chamado de termotransferência.

Este processo consiste em fazer a criação do circuito em programa de computador (Protheus), imprimi-lo em uma impressora com tinta à laser, colar na placa e passar o ferro quente por cima. Com a temperatura alta, ocorre a transferência da parte impressa para a placa. Após isto, basta depositar a placa no percloreto de sódio para que ocorra a corrosão e formem-se as trilhas e ilhas do circuito.

Placa de Circuito Impresso

Máscara de Componentes 

Vista 3D da placa

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

PROGRAMAÇÃO PRONTA

Abaixo podemos ver toda a lista de figuras referente à programação pronta e já debugada.

Programação – Parte I de VI

Programação – Parte II de VI

Programação – Parte III de VI

Programação – Parte IV de VI

 Programação – Parte V de VI

Programação – Parte VI de VI

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

DESENVOLVIMENTO E FUNCIONAMENTO DO SOFTWARE

A programação funciona da seguinte forma:
·         Sub-rotina varredura: procura qual tecla foi acionada, uma vez que a variável “tecla” é admitida com valor igual à 255, então, uma coluna é admitida com sinal igual à1, verificando qual linha também tem sinal igual à 1. Logo, a cada conjunto de linha e coluna com valor igual à 1, admitimos um valor para a variável tecla. Isto nos permite descobrir qual tecla do teclado numérico está pressionada.
·         Sub-rotina senha incorreta: informa ao usuário que a senha digitada está incorreta e que a entrada permanecerá bloqueada.
·         Sub-rotina senha correta: informa ao usuário que a senha digitada está correta e que a entrada está liberada.
·         Sub-rotina tabela: enquanto o microcontrolador analisa a senha inserida e verifica se a mesma está correta, esta sub-rotina apresenta uma animação de “pilha carregando” no display LCD.
·         Main: inicializa o módulo LCD e chama a sub-rotina Tabela para que as animações sejam gravadas na memória do display LCD. Após isto, chama-se a sub-rotina Varredura, verificando se há alguma tecla pressionada. O programa ficará nesta etapa até que um evento externo (uma tecla pressionada) aconteça. Então, a variável “dig1” assume o valor identificado pela variável tecla. Para segurança de dados contra erros, o programa espera para o segundo caráter da senha ser inserido após a variável tecla assumir novamente o valor de 255. Se nenhuma tecla estiver pressionada e a variável tecla ainda estiver com o valor igual a 255, o programa volta ao início, esperando que alguma tecla seja acionada.
Este processo se repete mais três vezes, somando ao todo quatro vezes, ou seja, uma senha com quatro dígitos. Ao chegar o quarto dígito, é chamado a sub-rotina carregando (animação entreter o usuário até que o PIC faça a comparação da senha inserida com a senha já programa previamente). Caso esta comparação obtenha resultados positivos, ou seja, a senha inserida estiver correta, é chamado a sub-rotina correta, que enviará um pulso à Ra.2, e após 100 mili-segundos será cortado. Este pulso neste tempo é o suficiente para acionar o solenóide e abrir a porta. Se a comparação obter resultados negativos, ou seja, a senha estiver incorreta, a sub-rotina Incorreta será chamada e informará ao usuário que a senha está errada, e nada mais acontecerá, retornando ao início do programa.
A melhor forma de explicar o desenvolvimento de uma programação é através de fluxogramas. 


Sub-rotina Varredura


Sub-rotina Senha Incorreta


Sub-rotina Senha Correta


Sub-rotina Tabela


Sub-rotina Carregando


Figura 14 – Main Principal

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

DESENVOLVIMENTO E FUNCIONAMENTO DO HARDWARE

Nosso grupo fez o desenvolvimento do hardware baseado nas matérias deste semestre e nas matérias já cursadas anteriormente.
Basicamente, o hardware constitui-se por três módulos: fonte e regulação da tensão, módulo de controle (toda a parte do microcontrolador e display), e módulo de comando (transistor e bobina).

Ao aproximar-se do dispositivo, o sensor fotoelétrico identifica a presença e aciona o backlight do display LCD. Então, a mensagem “Digite sua senha” é mostrada. Logo, espera-se que o usuário insira uma senha com quatro dígitos, então o microcontrolador fará a análise. Caso a senha esteja correta, um pulso será enviado à base do transistor que saturará, assim comutando um relé e acionando a bobina, que por final, abrirá a porta.
Circuito Final

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

DESENVOLVIMENTO E FUNCIONAMENTO

O desenvolvimento deste projeto foi feito em duas partes: hardware e software. Basicamente, podemos comparar o nosso projeto com o corpo humano: o hardware funciona como o corpo, o qual coleta todas as informações e inputs necessários, e executa os outputs, enquanto o software processa esses inputs e envia as informações de retorno para o projeto, trabalhando assim como um cérebro.



quarta-feira, 20 de agosto de 2014

SENSOR DE PRESENÇA FOTOELÉTRICO BALLUFF

Neste projeto utilizamos o sensor fotoelétrico BALLUFF, aplicação deste sensor é fazer com que o display seja acionado apenas quando há uma pessoa próxima à trava.

O uso de sensores e chaves para detecção de posição é muito comum na automação de máquinas e processos. Suas aplicações costumam ser a contagem de peças, verificação de posicionamento de uma peça para liberação de uma próxima fase do processo, seleção entre peças diferentes e determinação de dimensional de um produto, entre outras. Apesar de parecer um procedimento simples, muitas vezes um projeto de automação pode sucumbir devido à escolha errônea de um sensor.

 Exemplo de sensor foto elétrico, transformando energia luminosa em energia elétrica

CARACTERÍSTICAS
Ao escolher um sensor fotoelétrico para uma determinada aplicação precisamos levar em conta suas características. As principais são:
a) Sensibilidade
A sensibilidade de um sensor fotoelétrico nos diz de que modo a grandeza associada em sua saída varia com a intensidade de luz que incide nesse sensor.
De uma forma geral, a maioria dos sensores usados nas aplicações eletrônicas são extremamente sensíveis no sentido de que basta apenas um fóton para que já possamos ter uma variação sensível da grandeza associada.
O aproveitamento dessa sensibilidade, na maioria dos casos vai depender muito mais da sensibilidade do circuito usado no processamento dos sinais desse sensor.
b) Resposta Espectral
Diferentemente do olho humano, a maioria dos sensores fotoelétricos podem "ver" muito mais do que os nossos olhos. Em outras palavras, esses sensores em sua maioria podem perceber tanto radiação infravermelha como ultravioleta. Na figura 2 temos a curva de resposta típica de alguns sensores, comparadas a sensibilidade do olho humano.

Gráfico referente à resposta espectral

c) Velocidade
Em muitas aplicações os sensores devem detectar variações muito rápidas de luz (ou sombra), como no caso da leitura de código de barras, controles de velocidade de máquinas, encoders ópticos, links por fibra óptica e outras aplicações.
Nem todos os sensores existentes podem responder a essas variações rápidas ou modulação das fontes de luz. No entanto, para os sensores lentos existem aplicações importantes como àquelas que exigem o manuseio de correntes intensas no controle de automatismos baseados em luz e sombra, etc.
Os sensores mais lentos podem ter uma resposta tão baixa que limitam a sua freqüência de aplicação a pouco mais de 10 kHz, enquanto que os mais rápidos podem chegar a dezenas de Megahertz.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

SOLENÓIDES - BOBINA – TRANCA

Conhecidos como dispositivos eletromecânicos, as solenóides têm seu funcionamento com princípios no deslocamento de uma haste causado pela ação de um campo magnético, o qual é gerado por uma bobina.
O uso dos solenóides tem como característica aplicações genéricas. Neste projeto, utilizamos um solenóide como uma fechadura elétrica, caracterizando-o como um funcionamento não linear. Porém, a maior parte dos projetos faz uso do mesmo de forma linear, como por exemplo, controle do fluxo de fluídos, etc.

O princípio de funcionamento é o mesmo para qualquer aplicação. Uma tensão é aplicada sobre um solenóide, fazendo com que uma corrente percorra pela bobina e um campo magnético é criado, uma força mecânica é gerida neste instante e o núcleo metálico ferromagnético se desloca. Para o retorno, o núcleo ferromagnético aperta uma mola que é responsável por deslocar o núcleo para sua posição original. Neste momento a corrente elétrica é interrompida.


Solenóide – Visão Teórica 


Solenóide – Visão Real