Custo Total: R$68,55.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
CONFECCIONAMENTO DA PLACA
Para
o confeccionamento da placa, utilizamos um processo chamado de
termotransferência.
Este
processo consiste em fazer a criação do circuito em programa de computador (Protheus),
imprimi-lo em uma impressora com tinta à laser, colar na placa e passar o ferro
quente por cima. Com a temperatura alta, ocorre a transferência da parte
impressa para a placa. Após isto, basta depositar a placa no percloreto de
sódio para que ocorra a corrosão e formem-se as trilhas e ilhas do circuito.
Placa de Circuito Impresso
Máscara de Componentes
Vista 3D da placa
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
PROGRAMAÇÃO PRONTA
Abaixo podemos ver toda a lista de figuras referente à programação pronta e já debugada.
Programação – Parte I de VI
Programação – Parte II de VI
Programação – Parte III de VI
Programação – Parte IV de VI
Programação
– Parte V de VI
Programação – Parte VI de VI
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
DESENVOLVIMENTO E FUNCIONAMENTO DO SOFTWARE
A
programação funciona da seguinte forma:
·
Sub-rotina varredura: procura qual tecla foi acionada, uma vez que a
variável “tecla” é admitida com valor igual à 255, então, uma coluna é admitida
com sinal igual à1, verificando qual linha também tem sinal igual à 1. Logo, a
cada conjunto de linha e coluna com valor igual à 1, admitimos um valor para a
variável tecla. Isto nos permite descobrir qual tecla do teclado numérico está
pressionada.
·
Sub-rotina senha incorreta: informa ao usuário que a senha digitada está
incorreta e que a entrada permanecerá bloqueada.
·
Sub-rotina senha correta: informa ao usuário que a senha digitada está
correta e que a entrada está liberada.
·
Sub-rotina tabela:
enquanto o microcontrolador analisa a senha inserida e verifica se a mesma está
correta, esta sub-rotina apresenta uma animação de “pilha carregando” no
display LCD.
·
Main:
inicializa o módulo LCD e chama a sub-rotina Tabela para que as animações sejam
gravadas na memória do display LCD. Após isto, chama-se a sub-rotina Varredura,
verificando se há alguma tecla pressionada. O programa ficará nesta etapa até
que um evento externo (uma tecla pressionada) aconteça. Então, a variável “dig1”
assume o valor identificado pela variável tecla. Para segurança de dados contra
erros, o programa espera para o segundo caráter da senha ser inserido após a
variável tecla assumir novamente o valor de 255. Se nenhuma tecla estiver
pressionada e a variável tecla ainda estiver com o valor igual a 255, o
programa volta ao início, esperando que alguma tecla seja acionada.
Este processo se repete mais três vezes, somando ao todo quatro vezes, ou seja, uma senha com quatro dígitos. Ao chegar o quarto dígito, é chamado a sub-rotina carregando (animação entreter o usuário até que o PIC faça a comparação da senha inserida com a senha já programa previamente). Caso esta comparação obtenha resultados positivos, ou seja, a senha inserida estiver correta, é chamado a sub-rotina correta, que enviará um pulso à Ra.2, e após 100 mili-segundos será cortado. Este pulso neste tempo é o suficiente para acionar o solenóide e abrir a porta. Se a comparação obter resultados negativos, ou seja, a senha estiver incorreta, a sub-rotina Incorreta será chamada e informará ao usuário que a senha está errada, e nada mais acontecerá, retornando ao início do programa.
Este processo se repete mais três vezes, somando ao todo quatro vezes, ou seja, uma senha com quatro dígitos. Ao chegar o quarto dígito, é chamado a sub-rotina carregando (animação entreter o usuário até que o PIC faça a comparação da senha inserida com a senha já programa previamente). Caso esta comparação obtenha resultados positivos, ou seja, a senha inserida estiver correta, é chamado a sub-rotina correta, que enviará um pulso à Ra.2, e após 100 mili-segundos será cortado. Este pulso neste tempo é o suficiente para acionar o solenóide e abrir a porta. Se a comparação obter resultados negativos, ou seja, a senha estiver incorreta, a sub-rotina Incorreta será chamada e informará ao usuário que a senha está errada, e nada mais acontecerá, retornando ao início do programa.
A melhor forma de explicar o desenvolvimento de uma programação é através de fluxogramas.
Sub-rotina Varredura
Sub-rotina Senha Incorreta
Sub-rotina Senha Correta
Sub-rotina Tabela
Sub-rotina Carregando
Figura 14 – Main
Principal
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
DESENVOLVIMENTO E FUNCIONAMENTO DO HARDWARE
Nosso
grupo fez o desenvolvimento do hardware baseado nas matérias deste semestre e
nas matérias já cursadas anteriormente.
Basicamente,
o hardware constitui-se por três módulos: fonte e regulação da tensão, módulo
de controle (toda a parte do microcontrolador e display), e módulo de comando
(transistor e bobina).
Ao
aproximar-se do dispositivo, o sensor fotoelétrico identifica a presença e
aciona o backlight do display LCD. Então, a mensagem “Digite sua senha” é
mostrada. Logo, espera-se que o usuário insira uma senha com quatro dígitos,
então o microcontrolador fará a análise. Caso a senha esteja correta, um pulso
será enviado à base do transistor que saturará, assim comutando um relé e
acionando a bobina, que por final, abrirá a porta.
Circuito Final
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
DESENVOLVIMENTO E FUNCIONAMENTO
O desenvolvimento deste
projeto foi feito em duas partes: hardware e software. Basicamente, podemos
comparar o nosso projeto com o corpo humano: o hardware funciona como o corpo,
o qual coleta todas as informações e inputs necessários, e executa os outputs,
enquanto o software processa esses inputs e envia as informações de retorno
para o projeto, trabalhando assim como um cérebro.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
SENSOR DE PRESENÇA FOTOELÉTRICO BALLUFF
Neste projeto utilizamos o sensor
fotoelétrico BALLUFF, aplicação deste sensor é fazer com que o display seja
acionado apenas quando há uma pessoa próxima à trava.
O uso de sensores e chaves para
detecção de posição é muito comum na automação de máquinas e processos. Suas
aplicações costumam ser a contagem de peças, verificação de posicionamento de
uma peça para liberação de uma próxima fase do processo, seleção entre peças
diferentes e determinação de dimensional de um produto, entre outras. Apesar de
parecer um procedimento simples, muitas vezes um projeto de automação pode
sucumbir devido à escolha errônea de um sensor.
Exemplo de
sensor foto elétrico, transformando energia luminosa em energia elétrica
CARACTERÍSTICAS
Ao escolher um sensor fotoelétrico para uma determinada
aplicação precisamos levar em conta suas características. As principais são:
a) Sensibilidade
A sensibilidade de um sensor fotoelétrico nos diz de que
modo a grandeza associada em sua saída varia com a intensidade de luz que
incide nesse sensor.
De uma forma geral, a maioria dos sensores usados nas
aplicações eletrônicas são extremamente sensíveis no sentido de que basta
apenas um fóton para que já possamos ter uma variação sensível da grandeza
associada.
O aproveitamento dessa sensibilidade, na maioria dos casos
vai depender muito mais da sensibilidade do circuito usado no processamento dos
sinais desse sensor.
b) Resposta Espectral
Diferentemente do olho humano, a maioria dos sensores
fotoelétricos podem "ver" muito mais do que os nossos olhos. Em
outras palavras, esses sensores em sua maioria podem perceber tanto radiação
infravermelha como ultravioleta. Na figura 2 temos a curva de resposta típica
de alguns sensores, comparadas a sensibilidade do olho humano.
Gráfico referente à resposta espectral
c) Velocidade
Em muitas aplicações os sensores devem detectar variações
muito rápidas de luz (ou sombra), como no caso da leitura de código de barras,
controles de velocidade de máquinas, encoders ópticos, links por fibra óptica e
outras aplicações.
Nem todos os sensores existentes podem responder a essas
variações rápidas ou modulação das fontes de luz. No entanto, para os sensores
lentos existem aplicações importantes como àquelas que exigem o manuseio de
correntes intensas no controle de automatismos baseados em luz e sombra, etc.
Os sensores mais lentos podem ter uma resposta tão baixa
que limitam a sua freqüência de aplicação a pouco mais de 10 kHz, enquanto que
os mais rápidos podem chegar a dezenas de Megahertz.
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